A F1 programou a maior temporada de sua história para o ano de 2022, com 23 corridas programadas — a Rússia foi retirada do calendário posteriormente, mas a categoria já busca uma substituição para manter o plano inicial. Assim, muito se falou sobre o aumento exponencial do número de etapas em discussão que não obteve êxito: mais três palcos estão confirmados para 2023 — Las Vegas, Catar e China.
A questão é que, conforme previsto no Pacto da Concórdia — acordo entre as equipes da Fórmula 1 e a FIA —, a regra da categoria indica que o máximo de corridas em uma mesma temporada seja limitado a 24 provas. Considerando as 23 de 2022 e mais três no ano que vem, é natural que surja o questionamento: o que a F1 vai fazer?
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Por um lado, a categoria poderia se mover para alterar o Pacto da Concórdia — e poderia encontrar pouca resistência. No entanto, existe também a possibilidade de algumas corridas tradicionais do calendário deixarem de fazer parte da categoria, de modo a privilegiar aquelas que pagam mais para estar ali ou mesmo que oferecem um espetáculo melhor ao público.
Desta forma, o repórter João Pedro Nascimento traz um questionamento: qual vai ser o próximo passo da Fórmula 1, agora que já definiu a entrada de três corridas para o ano que vem?