O sábado (25) do GP da Cidade do México não foi dos melhores para Fernando Alonso. Mas o resultado limitado não pareceu uma surpresa, uma vez Aston Martin encontrou dificuldades e, de acordo com o bicampeão, não havia mais o que entregar na pista do Hermanos Rodríguez. O 14º posto é reflexo real da força do carro verde.
Alonso explicou onde estavam as dificuldades. O ritmo e a aderência foram os grandes problemas e o resultado da classificação foi contraponto em relação aos treinos de sexta-feira, onde terminou o dia exaltando a evolução da Aston Martin e colocando o Q3 na mira.
“Tivemos dificuldades com o ritmo hoje e acho que esse era o máximo que conseguiríamos na classificação. Havia baixa aderência na pista, mas isso era para todo mundo”, disse.
“Vamos ver o que acontece nas primeiras curvas amanhã. As chicanes são apertadas e pode ser que exista algo a ser ganho nelas”, acrescentou.

“Vamos dar tudo de nós e tentaremos lutar por pontos”, finalizou.
Atualmente, Alonso é o 12º no Mundial de Pilotos, com 37 pontos somados. No Mundial de Construtores, a Aston Martin ocupa a sétima posição, 69 tentos.
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Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO está IN LOCO no Autódromo Hermanos Rodríguez para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Daniel Balsa.
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