A Fórmula 1 está em Monza neste fim de semana para a disputa do GP da Itália, 13ª etapa da temporada 2026. A pista italiana é uma das mais peculiares do calendário por causa de sua composição, com retas longas, curvas de alta velocidade e poucos trechos de baixa. Por isso, muitas equipes trabalharam em soluções específicas para atender a essas características. A Ferrari, que corre em casa, foi a que mais fez adaptações nesse sentido.
Vivendo uma crescente em 2026, a McLaren chegou ao GP da Itália com apenas dois ajustes. Segundo o documento divulgado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o time papaia fez alterações na asa traseira e em parte do assoalho. O primeiro trata da própria versão da asa Macarena, batizada de “H Wing” no carro laranja, que busca reduzir o arrasto aerodinâmico quando o modo reta é acionado. O segundo item tem como objetivo melhorar o fluxo de ar e também reduzir o arrasto.
Líder do Mundial de Construtores, a Mercedes fez apenas dois ajustes, ambos específicos para o GP da Itália. A equipe liderada por Toto Wolff removeu as aletas para reduzir a curvatura da asa traseira, com o objetivo de diminuir o nível de arrasto aerodinâmico. Além disso, as hastes do espelho retrovisor foram aparadas, também visando ao ganho de velocidade nas retas.
A Red Bull fez ajustes na entrada de ar do freio traseiro e na ponta do escapamento pensando na confiabilidade. A mudança na ponta do escapamento, inclusive, é voltada para o funcionamento da unidade de potência, com o objetivo de aumentar a confiabilidade do motor diante das exigências do circuito italiano. O RB22 ainda teve uma mudança no assoalho, para incrementar a estabilidade aerodinâmica, além de uma adaptação na aleta da asa dianteira para se adequar à carga aerodinâmica proporcionada pelo novo piso.
Já a Ferrari fez todas as alterações pensando nas características do palco do GP da Itália. O corpo do assoalho, o espelho retrovisor, a entrada de ar do freio traseiro e as aletas laterais foram modificados pensando na redução do nível de arrasto aerodinâmico.
A Williams chega ao GP da Itália com três adaptações pensadas para as características de Monza. O halo e a asa dianteira foram ajustados pensando na redução da carga aerodinâmica. Já a mudança no corpo do assoalho busca um equilíbrio entre downforce e arrasto aerodinâmico na dianteira.

A Racing Bulls mudou a asa traseira para permitir maior abertura do flap durante o acionamento do modo reta. Além disso, mudanças no escapamento melhoram o fluxo de ar ao redor da linha central do carro, permitindo maior eficiência ao trabalho do assoalho e da asa traseira.
Vindo de uma boa corrida na Hungria, a Aston Martin fez mudanças sutis no AMR26, que conta com adaptações na carenagem externa dos elementos da suspensão dianteira para melhorar o fluxo de ar. As extremidades do assoalho, próximas às rodas traseiras, foram modificadas para também melhorar o fluxo de ar e aumentar a carga gerada nessa área.
A Haas chega ao GP da Itália com um novo assoalho que melhora o comportamento do fluxo de ar por todo o piso. O time liderado por Ayao Komatsu também desenvolveu uma nova carroceria em conjunto com o assoalho para maximizar o ganho aerodinâmico de todo o pacote. Com isso, o fluxo de ar ao redor do carro foi melhorado, trazendo ganhos também na refrigeração necessária para que os componentes funcionem da maneira adequada.
A Alpine fez alterações na aleta da asa dianteira como parte do programa de desenvolvimento do componente, visando ao aumento de carga no local. A asa traseira, por outro lado, busca reduzir o arrasto durante o acionamento do modo reta.

Por fim, a Cadillac mexeu na plataforma dianteira do assoalho para melhorar o condicionamento do fluxo para a traseira do carro, aumentar a estabilidade e melhorar a carga aerodinâmica geral na parte de trás. Uma pequena aleta também foi adicionada ao difusor para melhorar o desempenho aerodinâmico.
O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP da Itália, 13ª etapa da temporada 2026, AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
GP da Itália de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
Horários no Brasil*
- Treino livre 1: 07:30
- Treino livre 2: 11:00
- Treino livre 3: 07:30
- Classificação: 11:00
- Corrida: 10:00
Horários em Portugal e Angola
- Treino livre 1: 11:30
- Treino livre 2: 15:00
- Treino livre 3: 11:30
- Classificação: 15:00
- Corrida: 14:00
Horários em Cabo Verde
- Treino livre 1: 09:30
- Treino livre 2: 13:00
- Treino livre 3: 09:30
- Classificação: 13:00
- Corrida: 12:00
Horários em Moçambique
- Treino livre 1: 12:30
- Treino livre 2: 16:00
- Treino livre 3: 12:30
- Classificação: 16:00
- Corrida: 15:00