A primeira vitória de Max Verstappen na temporada 2026 da Fórmula 1 veio neste domingo (4) e de forma dominante, sem oferecer a menor chance à Mercedes ou qualquer outra rival. Além de levar o tetracampeão de volta ao degrau mais alto do pódio após cerca de 11 meses, o resultado também marca a quebra de um jejum para a Ford, parceira da Red Bull no desenvolvimento e fabricação dos motores.
É a primeira vez em 23 anos que a Ford comemora uma vitória de seus motores na F1. A última vez que havia acontecido fora no começo da temporada 2003, justamente no GP do Brasil. Numa corrida famosa pela maluquice causada por um daqueles dias de chove-e-para em Interlagos, Giancarlo Fisichella venceu pela Jordan.
Por conta da maneira como aquela corrida se desenhou, porém, Fisichella não recebeu a bandeirada como vencedor e nem subiu ao alto do pódio — o resultado foi confirmado nos tribunais dias depois. A última vez, portanto, que a Ford comemorou com champanhe e hino foi na temporada 1999, quando Johnny Herbert levou a pequena Stewart à glória no GP da Europa em Nürburgring.
É verdade que, oficialmente, trata-se de uma nova construtora: as vitórias de Fisichella e Herbert, bem como as tantas de Michael Schumacher nos tempos de Benetton, contam para a Ford Cosworth, na parceria com a experiente companhia preparadora de motores. A construtora atual é a Red Bull Ford, que comemora a primeira vitória desde a formação. Mas, para a Ford, não há grande diferença. É vitória própria.
A Fórmula 1 retorna já no próximo fim de semana, entre os dias 9 e 11 de outubro, com o GP de Singapura, no circuito de Marina Bay. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP do Bahrein, em Sepang, AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.