A Fórmula 1 anunciou, na manhã desta terça-feira, o rescaldo dos testes realizados para Covid-19 entre 22 e 28 de março, de segunda-feira a domingo da semana do GP do Bahrein, prova que abriu a temporada. Ao todo, foram 8.150 testagens realizadas. Somente 12 pessoas deram positivo para o novo coronavírus e seguiram os protocolos sanitários de isolamento estabelecidos pela categoria, pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e do Bahrein.
Ao todo, foram testados pilotos, membros das equipes, jornalistas e todos os profissionais que tiveram acesso ao paddock nos últimos dias no circuito de Sakhir. As testagens foram realizadas antes da entrada no paddock, como parte do protocolo estabelecido desde 2020. Somente com o resultado negativo é que o acesso ao circuito em si é liberado.

Conheça o canal do Grande Prêmio no YouTube! Clique aqui.
Siga o Grande Prêmio no Twitter e no Instagram!
Como de praxe, os nomes das pessoas que testaram positivo para Covid-19 não foram revelados. Mas já se sabe que, depois dos testes realizados na semana passada, pelo menos dois funcionários da Aston Martin foram identificados com o novo coronavírus.
Assim como aconteceu no Catar com a MotoGP, o governo do Bahrein se colocou à disposição para vacinar os membros da Fórmula 1 que desejassem ser imunizados. Membros de equipes como Ferrari e AlphaTauri foram imunizados, assim como os pilotos Carlos Sainz, Sergio Pérez e Max Verstappen.
Houve, no entanto, quem optasse por não receber a aplicação do imunizante no Bahrein. Foi o caso de Toto Wolff, chefe da Mercedes, que disse preferir ser vacinado na Inglaterra, onde mora, e tão logo seja chamado pelo NHS, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.