O GP da Hungria deste domingo (3) foi mais uma prova que a Alpine tem de guardar na memória dos piores momentos na Fórmula 1. Com o pior carro do grid, os dois pilotos foram os últimos colocados entre aqueles que terminaram a corrida, com Franco Colapinto na 18ª colocação e Pierre Gasly logo atrás. Dia duro, mas ao menos com algo positivo.
De acordo com Colapinto, ao menos deu para sair da Hungria com mais confiança que antes em guiar o carro. Mas tirando isso a situação foi péssima.
“Não foi o melhor dos dias para mim, além de uma corrida difícil para a equipe. O ritmo até foi bom algumas vezes quando estávamos no ar limpo, tive a mesma sensação de ontem, e acho que demos um bom passo adiante com o carro. E me deu confiança”, começou.
“Mas com as bandeiras azuis e perdendo tempo no pit-lane, realmente ficamos limitados no que era possível alcançar hoje. A largada foi boa, mas depois caímos e perdemos posições. Tive dificuldades com a aderência traseira e patinei muito perto do fim da corrida”, continuou.

“Optamos por uma estratégia de duas paradas nos boxes, mas, infelizmente, tivemos problemas em ambos e ficamos parados por mais tempo que devíamos. Fomos muito bem nos pit-stops ultimamente, mas essas coisas acontecem nas corridas”, lamentou.
“É hora de aproveitar o recesso para descansar e recomeçar para quando tivermos de ir a Zandvoort. Além de entender onde é que podemos melhorar”, encerrou.
A Fórmula 1 agora para e entra no tão aguardado recesso de meio de temporada. Será quase um mês sem corridas, com período de repouso para pilotos e membros das equipes, até o retorno, com o GP dos Países Baixos, em Zandvoort, entre os dias 29 e 31 de agosto.
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