George Russell se aproxima da terceira temporada na Fórmula 1 e na Williams. O inglês, porém, segue como possível nome para uma vaga na Mercedes em 2022, ainda mais com os atuais pilotos Lewis Hamilton e Valtteri Bottas sem contratos garantidos para o próximo ano.

Apesar disso, Russell não quer saber do assunto neste momento. No fim de 2020, o jovem fez uma única corrida pela Mercedes, substituindo Lewis Hamilton após o heptacampeão ser diagnosticado com Covid-19 às vésperas do GP do Sakhir.

“Eu disse, recentemente, ao Toto [Wolff] que toda questão é sobre a Mercedes e possibilidades hipotéticas de como eu gostaria de ser companheiro do Max [Verstappen] ou do Lewis [Hamilton]. Estamos muito longe disso, na realidade. A Fórmula 1 é única, dinâmica e está sempre mudando”, afirmou ao jornal Standard.

George Russell no paddock de Sahkir durante manhã de domingo na pré-temporada da Fórmula 1 (Foto: Williams)

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“Um resultado ruim, uma falha na pista e isso pode mudar o rumo da carreira. Sou profissional, estou aqui para fazer o melhor trabalho possível na Williams, mas a Mercedes tem sido igualmente leal a mim nos últimos seis anos. Estamos juntos e o que tiver que acontecer, vai acontecer, será natural”, completou.

Com 23 anos, Russell ainda mostra não ter pressa para conseguir completar os sonhos que possui na F1, inclusive do de vencer e conquistar títulos. Para isso, comparou-se com outros pilotos que alcançaram a glória depois de anos na categoria.

“Todo piloto gostaria de ter tudo quando quisesse. Mas Nico Rosberg precisou esperar muito tempo até a primeira vitória e passou dos 30 para conquistar o campeonato. Damon Hill tinha 31 anos quando entrou na F1, mas conseguiu ser campeão. Você não pode deixar a impaciência afetar a trajetória da sua carreira”, finalizou.