Prestes a encarar o fim de semana do GP da Hungria, George Russell mostrou certo alívio com o fato de a Mercedes ter descoberto a causa dos problemas na unidade de potência que o assombraram em Spa-Francorchamps. O britânico ainda lembrou do ataque de fúria que teve com a equipe pelo rádio e minimizou a situação, dizendo que isso é normal quando os pilotos estão de cabeça quente na corrida.
Com um déficit considerável em velocidade de reta em comparação com Andrea Kimi Antonelli desde as primeiras atividades do GP da Bélgica, o #63 terminou 0s508 atrás do italiano na classificação. No domingo (19), enquanto todos percorriam o longo trecho entre as curvas 1 e 5, uma falha profunda no código responsável pelo gerenciamento do motor o fez perder terreno para alguns rivais e, na tentativa de recuperar posições, envolveu-se em um incidente com Lewis Hamilton na Les Combes.
Ainda dentro do W17 preso na brita, Russell esbravejou bastante pelo rádio com a Mercedes e classificou a situação como “inaceitável”. Até porque, como resultado do abandono, viu o companheiro de time abrir 50 pontos de vantagem na liderança do Mundial de Pilotos, com aproximadamente metade da temporada já concluída.
Durante uma conversa com o portal neerlandês RacingNews365 no Hungaroring, de cabeça mais fria, o britânico comemorou o fato de as Flechas de Prata terem encontrado uma solução para os problemas. “Estou me sentindo bem agora, três dias depois de Spa, e acho que conseguimos identificar alguns dos problemas que estavam nos prejudicando durante o fim de semana”, começou.
“É muito bom ouvir isso e ver o trabalho duro que o pessoal na fábrica fez para chegar à raiz da questão. No fim das contas, estamos todos juntos nisso. O que aconteceu em Spa já havia dado alguns sinais em Silverstone, e esse não é o nível que queremos alcançar como equipe. Isso não é apenas uma cobrança minha em relação ao time; estamos todos juntos nessa”, acrescentou.
Na sequência, ao ser questionado sobre o desentendimento pelo rádio, tratou como algo natural. “É claro que, quando você acaba de ser tirado da corrida e está preso na caixa de brita ainda na primeira volta, suas emoções ficam à flor da pele, especialmente por causa de tudo o que aconteceu antes da curva 5. Mas isso não significa que tenha faltado esforço para descobrir o que acreditávamos ser o problema”, explicou.
“Estávamos com dificuldade para identificar de onde vinham aqueles sinais, mas Spa nos deu uma ótima oportunidade para saber onde procurar. Quando a equipe investigou essa área, encontrou o problema, e foi muito bom ver isso”, celebrou. “Mas esses carros e essas unidades de potência são extremamente complexos. Não é possível verificar cada parâmetro, por menor que seja, porque simplesmente existem parâmetros demais”, encerrou Russell.
A Fórmula 1 volta de 24 a 26 de julho em Budapeste, palco do GP da Hungria, 11ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
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GP da Hungria de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
Horários no Brasil*
- Treino livre 1: 08:30
- Treino livre 2: 12:00
- Treino livre 3: 07:30
- Classificação: 11:00
- Corrida: 10:00
Horários em Portugal e Angola
- Treino livre 1: 12:30
- Treino livre 2: 16:00
- Treino livre 3: 11:30
- Classificação: 15:00
- Corrida: 14:00
Horários em Cabo Verde
- Treino livre 1: 10:30
- Treino livre 2: 14:00
- Treino livre 3: 09:30
- Classificação: 13:00
- Corrida: 12:00
Horários em Moçambique
- Treino livre 1: 13:30
- Treino livre 2: 17:00
- Treino livre 3: 12:30
- Classificação: 16:00
- Corrida: 15:00
*Horário de Brasília