O GP da Bélgica recentemente renovou contrato com a Fórmula 1 para acontecer até 2031, mas com ausências no calendário em 2028 e 2030 como parte de um rodízio que a categoria deve promover. Ao mesmo tempo, a etapa em Spa-Francorchamps registrou prejuízo em sua última edição.
Melchior Wathelet, promotor do evento, anunciou durante o Salão do Automóvel de Bruxelas que, apesar do GP registrar a presença de 380 mil pessoas ao longo dos três dias, não foi suficiente para tirar a corrida do vermelho, com déficit entre €3 e €3,5 milhões (cerca de R$ 18,6 milhões pela cotação atual).
O balanço financeiro da corrida ainda não foi publicado, o que torna ainda difícil de mensurar o prejuízo. Segundo o site Speedcafe, o provável aumento nos gastos se deu por conta de investimentos na pista e também de campanhas promocional. Caso subsídios públicos sejam considerados na conta final, o prejuízo pode chegar a €8 milhões (cerca de R$ 49 milhões).
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O GP da Bélgica estreou no Mundial de F1 logo na primeira edição, em 1950. Spa-Francorchamps voltou a ser sede fixa no calendário em 1985, se ausentando apenas em 2003, por conta do regulamento das propagandas de cigarro no país, e em 2006 por reformas no circuito. O atual vencedor é Lewis Hamilton, que faturou a corrida pela Mercedes após a desclassificação do companheiro de equipe George Russell.