A Fórmula 1 poucas vezes viu tantos pilotos desclassificados de uma corrida como aconteceu no último domingo, após o GP da China, quando a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) detectou infrações técnicas nos carros de Lewis Hamilton, Charles Leclerc e Pierre Gasly. Esse número, inclusive, foi o maior registrado na categoria nos últimos 21 anos.
No último domingo (23), a FIA desclassificou Leclerc e Gasly do GP da China porque tanto o carro #16 da Ferrari quanto o #10 da Alpine estavam abaixo dos 798 kg mínimos determinados pelo regulamento técnico. Um pouco depois, a entidade que rege o esporte também detectou um desgaste excessivo da prancha do assoalho de Hamilton e excluiu o heptacampeão da corrida.
E embora ao longo dos anos alguns pilotos tenham sido desclassificados de alguma corrida, a Fórmula 1 não via um número de exclusões tão grande desde o GP do Canadá de 2004, em que os resultados das duplas da Toyota e da Williams foram desconsiderados.
Na ocasião, a entidade que regulamenta o esporte detectou que tanto as Williams de Juan Pablo Montoya e Ralf Schumacher, quanto as Toyota de Olivier Panis e Cristiano da Matta tinham um duto de refrigeração do freio dianteiro com uma dimensão que violava o regulamento da época.

Com a desclassificação no GP da China, a Ferrari perdeu 18 pontos e agora está empatada com a Williams, com 17 tentos, na quarta posição do Mundial de Construtores. Hamilton e Leclerc ocupam, respectivamente, o nono e o décimo posto no Mundial de Pilotos. Gasly e Alpine seguem zerados e são 15º e 10º, respectivamente, em seus campeonatos.
A Fórmula 1 volta de 4 a 6 de abril em Suzuka, palco do GP do Japão, terceira etapa da temporada 2025.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2