A Haas buscou alternativas para otimizar os recursos da equipe e garantir mais dinheiro para investir no carro. Uma das novidades apareceu no teste da Fórmula 1, no Bahrein, com um pit–wall reduzido, o que permitiu uma economia de cerca de US$ 250 mil (cerca de R$ 1,3 milhão).
O novo pit-wall da equipe norte-americana conta com apenas três lugares, contra os habituais cinco ou até sete que costumam aparecer nas corridas. Com a redução, sobrou espaço apenas para Peter Crolla, gerente da equipe, Ayao Komatsu, diretor de engenharia de pista, e o próprio Guenther Steiner, chefe do time.

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Questionado se a decisão era um exercício de corte de gastos, Steiner respondeu: “É sim. Quando você precisa fazer isso de forma eficiente, você olha para tudo”.
“Quando você precisa de dinheiro para investir em desenvolvimento, pois temos um teto de gastos, onde você faz isso?”, indagou. “Nós temos seis pessoas lá ou temos um quarto de milhão para atualizações no carro? Eu sei o que nós estamos fazendo”, comentou.
“Os rapazes vieram com a ideia, e eu disse: ‘Se vocês precisam ficar do lado de dentro, não tenho problema com isso’”, contou. “Não preciso estar lá com três assentos, podemos cobrir o que precisamos cobrir e reorganizar. Mas é, basicamente, uma economia para colocar dinheiro no desenvolvimento, pois temos o teto de gastos”, frisou.
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