O futuro da parceria da Williams com a Mercedes — fornecedora atual da unidade de potência da equipe inglesa — está ainda em análise. Segundo o chefe, James Vowles, o time de Grove ainda avalia qual caminho tomará para 2026 em diante, quando se encerra o contrato com a escuderia alemã.
Existe a possibilidade de a Mercedes precisar cortar negócios com uma equipe do grid, dado que o regulamento prevê que uma equipe produtora só possa fabricar motores para até outros dois adversários, a não ser que haja um acordo com a FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Para esta temporada, a Mercedes conseguiu novamente o acordo — atualmente, Williams, McLaren e Aston Martin recebem unidades de potência com o selo alemão, enquanto a Alpine só fabrica para ela mesma e a Honda está inscrita para 2026, mas a parceira Red Bull já tem acordo com a Ford.

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“Neste momento, estamos ainda no processo de avaliação das opções disponíveis”, explicou Vowles. “As regras que ditarão depois de 2025 são as mesmas, aliás, que já deveriam ter limitado [a Mercedes] a menos acordos de venda de unidades de potências que eles exercem atualmente.”
“Acho que se trata de uma discussão em andamento. Mas não, não estamos presos à Mercedes. Ainda estamos em processo de análise”, declarou.
E o jogo de xadrez vai ser grande. Além de Honda e Alpine, a Ferrari, nome bem mais tradicional, também deve procurar opções, dado que perderá a Alfa Romeo para a Audi, enquanto a Ford terá Red Bull e AlphaTauri.
A Fórmula 1 retoma suas atividades no dia 2 de abril, com o GP da Austrália, terceira etapa do calendário de 2023.