Prestes a completar um ano desde que chegou à Ferrari, onde ocupa o posto de gerente das categorias de base e chefe de equipe reserva — substituindo Frédéric Vasseur quando necessário —, Jérôme D’Ambrosio ressaltou as diferenças da cultura italiana no automobilismo. O dirigente destacou que o apoio da torcida é único em Maranello, o que torna a escuderia algo bem diferente do que o ex-piloto já experimentou antes.
D’Ambrosio não ressaltou apenas a relação dos italianos com a Ferrari, mas também a forte presença dos fãs perto da fábrica de Maranello. Feliz com o trabalho feito até o momento, Jérôme ressaltou que é comum engajar em conversas com alguns torcedores da equipe.
“A vida na Itália é diferente. Está indo bem profissionalmente, mas a Ferrari é uma equipe à parte. Porque você experimenta coisas muito diferentes, é como uma religião para muitos italianos. De manhã, quando vou tomar café perto da fábrica, recebo muitas perguntas sobre como foi o fim de semana”, contou D’Ambrosio ao site belga La Libre.
“Todos fazem parte da ‘experiência Ferrari’ de maneira única. Há pessoas em frente à fábrica todos os dias”, destacou.

Além disso, o dirigente chamou atenção para a capacidade da Ferrari de amplificar tudo, inclusive as coisas negativas. Desta forma, há um trabalho constante de “filtrar” o que vem do lado externo. Mesmo assim, D’Ambrosio ressaltou a felicidade por fazer parte de um projeto tão grandioso e com uma torcida engajada.
“Tudo é amplificado ao redor da Ferrari, nos bons e nos maus momentos”, alertou. “E precisamos tentar filtrar tudo isso. Ser abordado pelos fãs é sempre bom, mas o que mais gosto é o sentimento de ‘forza, Ferrari’ e de ter o apoio dos fãs em todas as circunstâncias”, finalizou D’Ambrosio.
A Fórmula 1 volta às pistas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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