“A minha intenção era entender a tecnologia. Controle de largada, tração e comportamento do motor. Descobri tudo o que eu queria saber. Muito diferente em comparação ao meu tempo. Agora você mantém as duas mãos no volante!”, comentou o austríaco.
A culpa para as rodadas foi do titular Pedro de la Rosa. “Ele me disse onde pisar no freio, e eu fui corajoso o bastante para tentar. Os engenheiros me disseram que entrei na curva tão rápido quanto o Pedro, a diferença é que eu não contornei!”, afirmou.
“O controle de largada foi inacreditável. Sim, eu disse que qualquer macaco pode pilotar um carro atual, mas eu estou simplesmente comparando ao que havia 17 anos atrás. Naquele tempo, você tinha câmbio manual, embreagem normal, nada de anti-stall, e tinha que cuidar para as rodas não patinarem na largada. Hoje em dia é muito mais fácil.”
|
Apoie o GRANDE PRÊMIO: garanta o futuro do nosso jornalismo
O GRANDE PRÊMIO é a maior mídia digital de esporte a motor do Brasil, na América Latina e em Língua Portuguesa, editorialmente independente. Nossa grande equipe produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente, e não só na internet: uma das nossas atuações está na realização de eventos, como a Copa GP de Kart. Assim, seu apoio é sempre importante. Assine o GRANDE PREMIUM: veja os planos e o que oferecem, tenha à disposição uma série de benefícios e experências exclusivas, e faça parte de um grupo especial, a Scuderia GP, com debate em alto nível. |