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A polícia italiana anunciou, nesta terça-feira (4), a prisão de três homens e uma mulher suspeitos de roubar um relógio de luxo de Charles Leclerc, piloto da Ferrari. O crime aconteceu em abril de 2022, na região da Toscana.
Leclerc estava com amigos e o treinador Andrea Ferrari em uma área de pouca iluminação quando foram reconhecidos por fãs, que pararam para pedir autógrafos e fotos. No meio da multidão, um ladrão conseguiu roubar o relógio do pulso de Charles antes que ele notasse. Segundo o comunicado da polícia, um dos homens e a mulher seguiu Charles durante suas viagens pela Toscana, e ajudaram seus dois cúmplices a fugir a bordo de uma moto após o roubo.
A agência italiana Ansa especificou que o relógio Richard Mille RM 67-02 é avaliado em cerca € 300 mil (cerca de R$ 1,6 milhão). Porém, uma cópia do mesmo modelo chegou a ser vendida na casa de € 2,1 milhões (R$ 11,5 milhões). Durante as buscas nas casas do suspeito, dois relógios de luxo foram encontrados, mas nenhum deles era o de Leclerc.
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A polícia também afirmou que, no mesmo dia do roubo a Leclerc, os suspeitos tentaram roubar um outro relógio de um cidadão italiano no valor de € 40 mil (R$ 220 mil), mas sem sucesso. Também são suspeitos de um assalto a um turista francês na Toscana em agosto de 2021, onde pegaram um relógio de € 80 mil (R$ 442 mil).
Charles Leclerc não teve um bom começo de temporada na Fórmula 1. Após três corridas, o piloto da Ferrari teve dois abandonos e está apenas na décima posição do Mundial de Pilotos, com 6 pontos. O próximo compromisso do monegasco da Ferrari é no dia 30 de abril, no GP do Azerbaijão.