Assim como na estreia da temporada 2025 da F1, na Austrália, a Racing Bulls saiu do GP da China sem colher os frutos pelo bom ritmo demonstrado na pista. No último fim de semana, Yuki Tsunoda e Isack Hadjar demonstraram que poderiam brigar por boas posições, mas as falhas na execução de corrida custaram à equipe.
No fim, o francês terminou em 11º, beneficiado pelas desclassificações de Charles Leclerc, Lewis Hamilton e Pierre Gasly, enquanto o japonês foi o último após ver sua asa quebrar — ainda sem um motivo definido. Chefe da equipe, Laurent Mekies deixou o circuito chateado com o resultado.
“Tivemos um domingo frustrante em Xangai”, lamentou Mekies. “É a segunda corrida seguida em que não conseguimos pontuar, mesmo sentindo que poderíamos, com base na velocidade do carro e dos pilotos. Então, obviamente, teremos muito trabalho para evoluir nessas áreas e garantir mais força no futuro”, comentou.
“Mesmo assim, ainda há um monte de pontos positivos para tirar desse fim de semana. O ritmo foi incrível, os pilotos puderam mirar alto com os dois carros no Q3 e fizemos uma fantástica corrida sprint, com Yuki marcando os primeiros pontos da temporada, em sexto”, salientou.
Mekies garantiu que a Racing Bulls vai estudar os motivos por trás da quebra da asa de Tsunoda, mas ressaltou a importância de fazer a equipe evoluir na execução da prova em si — principalmente porque o carro já demonstrou que tem ritmo para fazer mais.
“Temos um carro rápido, pilotos rápidos e lutamos com as equipes grandes na maior parte do fim de semana. Vamos investigar como a asa dianteira de Yuki quebrou no final, mas, após essa rodada dupla, podemos nos reagrupar em Faenza e Milton Keynes”, ressaltou.
“Vamos analisar nossa execução de corrida e voltar mais fortes para a próxima etapa, no Japão, uma corrida de casa para Yuki e nossa fornecedora de motores, a Honda”, finalizou o chefe da Racing Bulls.
A Fórmula 1 volta de 4 a 6 de abril em Suzuka, palco do GP do Japão, terceira etapa da temporada 2025.
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