Caso a Fórmula 1 de fato abra as portas para a parceria entre Andretti e Cadillac como a 11ª equipe do grid e a Honda entre no barco como fornecedora de motores, como os indícios dão a entender que é provável, a realidade é que a Red Bull passará a viver o maior teste dela desde que se consolidou na F1.
Não se trata apenas de ganhar corridas, disputar títulos ou ter organização institucional satisfatória, coisas que já mostrou conseguir. A questão é: a Red Bull tem estofo para produzir motores próprios com a qualidade para brigar com gente como Mercedes, Ferrari, Audi, Honda e afins? É uma interrogação enorme, a maior do time dos energéticos em muito tempo. A avaliação é de Pedro Henrique Marum.
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