A realidade que a temporada 2022 da Fórmula 1 impõe neste princípio, somente três de 22 corridas, é clara: a Ferrari está na frente e quem se sente incomodado tem é de correr atrás. Red Bull e Mercedes contam com problemas graves que precisam resolver para que ao menos se engracem na busca pelos títulos de Construtores e Equipes.

Entre os dois pilotos principais, um de cada equipe, as atitudes ainda são de certa tranquilidade. Max Verstappen reclama mais do carro durante as atividades que da situação, não foge muito ao natural, enquanto Lewis Hamilton tenta passar instruções da maneira mais suave possível. Mas já deu para notar que a frustração dos dois aparece, cada vez mais, desde o primeiro fim de semana do ano.

O consultor da Red Bull, Helmut Marko, disse que Verstappen é uma bomba-relógio caso as derrotas sigam se somando. A tranquilidade, ele imagina, irá se dissipar. Mas e Hamilton, após tantos anos com condições de ser campeão? Vai reagir com normalidade às derrotas ou reagirá, demonstrando a insatisfação com a vantagem confortável da Ferrari? É o que debate o TT GP.

O TT GP é apresentado por Pedro Henrique Marum e conta com os comentários de Renato Ribeiro e Guilherme Bloisi.

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