A homenagem foi confirmada pela Fórmula 1 por meio de comunicado oficial nesta sexta-feira. “Um minuto de silêncio vai ser observado no grid de largada às 14h53” (9h53 pelo horário de Brasília), informou a assessoria de imprensa da categoria.
#iconeimagem Niki Lauda vai ser homenageado com um minuto de silêncio em Mônaco (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Pilotos e personalidades que costumeiramente ficam alinhadas em frente ao grid para o hino nacional do país-sede, aqueles que desempenharam um papel especial na carreira de Lauda, seus contemporâneos e seus pares, também vão estar lá, cada um usando um boné vermelho em tributo ao austríaco campeão”, diz o comunicado.
A F1 ainda pede que o público também participe da homenagem pouco antes da largada em Monte Carlo.
“A F1, a FIA, o Automóvel Clube de Mônaco e todas as dez equipes querem convidar todos os fãs que vão acompanhar a corrida em Mônaco nas arquibancadas para prestar homenagem ao piloto que venceu aqui no Principado em 1975 e 1976, durante a volta de volta de apresentação da 90ª edição da corrida”, acrescentou.
“Eles vão poder vestir um boné vermelho, escrever uma mensagem em um banner ou simplesmente aplaudir, enquanto quem estiver assistindo dos iates no porto vão poder acionar as suas sirenes ou qualquer coisa apropriada para honrar a memória de um dos verdadeiros heróis do esporte”, complementou a F1 em comunicado.
#iconeimagem A Mercedes vai correr em Mônaco com o halo vermelho em homenagem a Lauda (Foto: Mercedes/Twitter)
Na esteira de uma série de homenagens a Lauda, uma chamou muito a atenção. A Mercedes anunciou, nesta sexta-feira, que vai colorir o halo de vermelho em tributo ao seu presidente não-executivo. É uma forma de o carro, habitualmente todo prateado, também vestir uma espécie de ‘boné vermelho’ neste primeiro GP após a morte do tricampeão.
25 anos depois, a largada do GP de Mônaco vai ser precedida por outro minuto de silêncio. Em 1994, a F1 prestou tributo a Ayrton Senna e Roland Ratzenberger, que morreram duas semanas antes, em Ímola. Além do minuto de silêncio, os dois primeiros lugares do grid de largada ficaram vazios naquele ano em memória dos dois pilotos.