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Lewis Hamilton pode nem ficar com o título ao final desta temporada. Mesmo assim, 2017 será para sempre lembrado na vida do piloto da Mercedes. Não apenas os números, mas as atitudes do inglês dão exatamente a dimensão dos feitos conseguidos até aqui. Há cinco classificatórios, no GP do Canadá, havia igualado o ídolo de infância Ayrton Senna. Neste sábado (26), no GP da Bélgica, se juntou a Michael Schumacher no recorde de 68 pole-positions na F1. A nova marca deixa no ar a pergunta: qual é o limite para o piloto da Mercedes?
Apesar do tremendo tempo na última volta em Spa-Francorchamps, Hamilton é atualmente o segundo colocado na briga pelo troféu. Sebastian Vettel tem 202 pontos, 14 a mais que o inglês. Valtteri Bottas aparece na terceira colocação, com 169 pontos, e dizem que também na disputa ainda com nove corridas por disputar.
Para Hamilton, no entanto, pouca coisa importava quando desceu do carro, próximo à linha de chegada, onde agora se dão as coletivas dos três primeiros colocados. O piloto deixou a McLaren e foi para a Mercedes justamente para substituir Schumacher. Não chegou a dividir os boxes, mas certamente muito do alemão ficou nas atitudes do inglês como, por exemplo, a habilidade para formar um time campeão em torno de si mesmo. Hamilton saltou dos pneus e praticamente se ajoelhou no bico do carro e fez carinhos na estrela de três pontas em sinal de agradecimento.
A very special message for a historic #F1 moment… #Quali #BelgianGP