A temporada 2026 da F1 começou sob desconfiança devido à complexidade do novo regulamento, marcado pela maior dependência da unidade elétrica, gestão de energia, “modo asa”, “modo reta” e uma série de novas nomenclaturas. Entretanto, na pista, o GP da Austrália entregou agitação e constantes trocas de posição impulsionadas por essas novidades.
No mesmo fim de semana, a Indy apresentou um espetáculo de alto nível em Phoenix com uma receita oposta e simplificada: chassi único, sem variação de compostos de pneus e ausência de push-to-pass, contando apenas com um sistema híbrido muito menos complexo que o da F1. No oval de uma milha — traçado onde a categoria vinha encontrando dificuldades —, a corrida registrou mais de 300 ultrapassagens e 11 líderes diferentes. Daniel Balsa analisa o contraste entre as duas categorias.