Scott Dixon deixou a Ganassi ao término da temporada 2026 da Indy, mas só poderá estrear como funcionário da McLaren a partir de 2027. Tony Kanaan, chefe de equipe do grupo papaya, confirmou que o neozelandês precisa cumprir quarentena.
Por contrato, Dixon só poderá trabalhar com a McLaren a partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, o que já estava acordado entre as partes, revelou Kanaan.
“É óbvio que isso não é o ideal, mas era o acordo quando ele assinou. Então nós vamos apenas nos preparar o máximo possível para quando ele vier para cá, sentar no carro, ficar na sede, e nós fizermos a apresentação adequada para a equipe. Enquanto isso, não podemos fazer nada a respeito”, declarou Kanaan ao site norte-americano Racer.
Esta quarentena é uma prática comum no mundo da F1, mas rara de se ver na Indy — apesar de a Andretti ter passado por isso entre o fim do ano passado e o início de 2026 com Will Power e o novo chefe de equipe Ron Ruzewski, ambos contratados da Penske.
Por outro lado, a McLaren já trabalha com Felix Rosenqvist, que vai substituir Christian Lundgaard no carro #7. O sueco não tinha nenhum empecilho contratual com a Meyer Shank.

“Felix está totalmente conosco, então já está indo para o simulador e fazendo várias coisas. Para ele, é como voltar para casa. Consegui manter a maior parte do pessoal que ainda estava aqui — no que diz respeito aos mecânicos e à equipe de engenharia da época em que ele saiu. Está voltando exatamente para as pessoas que ele já conhecia”, destacou Kanaan.
Lundgaard, por sua vez, foi anunciado nesta terça-feira (29) como piloto da Ganassi, conforme antecipou o GRANDE PRÊMIO. O dinamarquês está livre para iniciar os trabalhos na nova equipe, como garantiu Kanaan.
“Ele está livre desde o fim do ano. Sei porque ele veio aqui devolver o carro da empresa e fez questão de avisar a todo mundo que ia buscar seu Honda Passport na outra equipe”, encerrou.