Novo reforço da RLL para a temporada 2026, Mick Schumacher admitiu que a Indy entrou no radar como uma espécie de ‘plano B’. O alemão reconheceu que o alvo era uma das vagas de titular da Cadillac, que estreia na F1 no próximo ano. No entanto, o ex-Haas declarou estar “100% comprometido” com a nova empreitada.

Schumacher foi um dos nomes que estavam na lista de cotados para assumir um posto na Cadillac, assim como Colton Herta, Pato O’Ward, Felipe Drugovich, Jak Crawford e outros. A opção do time norte-americano foi pela experiência, contratando Sérgio Pérez e Valtteri Bottas, puxando Herta para ser reserva.

Após a definição da Cadillac, Schumacher, titular da Alpine no Mundial de Endurance (WEC) nas últimas duas temporadas, avaliou que gostaria de retornar ao caminho dos monopostos, procurando a Indy — vista por ele como melhor opção.

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Mick Schumacher (Foto: Indycar)

“Pelas informações que tinha, até praticamente o fim das negociações, ainda estávamos na disputa pela vaga [da Cadillac]. Depois eles seguiram outro caminho, o que é justo. Isso me levou a refletir: ‘o que quero? Quero tentar voltar ao grid da F1 ou quero correr onde me divirta?’ E isso [Indy], obviamente, é um monoposto”, disse Schumacher.

“No fim das contas, para mim, era interessante explorar de novo o caminho dos monopostos e estar mais estabilizado nisso. A Indy era a melhor opção. Só precisava confirmar para mim e para todos à minha volta que isso é algo que posso fazer no longo prazo. A decisão foi simples. Era só entender o quanto estaria comprometido. Não estaria aqui se não estivesse 100% comprometido”, finalizou Schumacher.

A temporada 2026 da Indy tem início no dia 1 de março, com o GP de St. Pete, no circuito de rua montado na cidade localizada na Flórida.