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McLaughlin dá passo importante para corrida que promete equilíbrio de forças em St. Pete
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McLaughlin dá passo importante para corrida que promete equilíbrio de forças em St. Pete

Scott McLaughlin leva vantagem em um GP que promete ser equilibrado desde o começo. Andretti e Ganassi ganham ponto de atenção em St. Pete

Gabriel Carvalho

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A pole de Scott McLaughlin no GP de St. Pete, na sessão realizada neste sábado (1), não soa como uma surpresa. O neozelandês já venceu nas ruas da Flórida em 2022 e teve boas chances de vencer em 2023 até se engalfinhar com Romain Grosjean. Porém, mesmo com a tendência de poles vencedores na cidade, a promessa que a Indy traz para o domingo é de equilíbrio.

Sobre o ‘Kiwi’, a pole é um passo muito importante para se firmar bem na briga pelo título, especialmente porque foi o único a conseguir tirar desempenho da Penske de forma mais satisfatória, já que Josef Newgarden nem sonhou em disputar a pole e Will Power sofreu com problemas no carro e foi eliminado ainda no primeiro segmento.

Após duas temporadas consecutivas como o melhor piloto da Penske na classificação final, McLaughlin tem várias coisas para comemorar: a principal está correndo em uma pista na qual anda muito bem. E isso será essencial para tentar se firmar como um candidato ao título antes dos companheiros de equipe. Pode virar uma vantagem no fim.

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Scott McLaughlin (Foto: IndyCar)

Porém, o cenário em St. Pete é de muito equilíbrio. Colton Herta, por exemplo, parte em segundo com a Andretti que se demonstrou como o carro mais rápido em diferentes ocasiões no fim de semana. O dono do #26, inclusive, teve os tempos melhores nos primeiros dois segmentos da classificação. A perda da pole pode ter sido amarga para o time, mas é um longo domingo à frente.

Outra forte candidata é a Ganassi, que tem Scott Dixon largando em sexto e Álex Palou partindo em oitavo. É curioso porque ambos nunca ganharam em St. Pete, mas em uma pista onde nem todos parecem entender corretamente o comportamento dos pneus e a distância da prova foi aumentada em 10 voltas, como descartá-los? Especialmente sabendo do que ambos podem fazer em termos estratégicos.

O “patinho feio” desse bolo é a Meyer Shank, que iniciou a temporada com outra excelente classificação, cravando a segunda fila com Felix Rosenqvist e Marcus Armstrong. O time está seguindo a tendência de 2024 em registrar ótimos desempenhos no sábado. Fica agora a missão de transformar isso em resultados relevantes no domingo. É um desafio.

De qualquer forma, o GP de St. Pete promete. É uma prova conhecida por flertar entre o caos completos e pilotagens que exigem mais perícia de quem está na frente. McLaughlin certamente tem vantagem, mas não será tão simples assim.