Augusto Fernández avaliou que encara em 2023 o ano “mais importante da carreira”. Único estreante da MotoGP, o espanhol evitou estabelecer uma meta para o Mundial de Pilotos, mas se disse ansioso para atingir logo o mesmo nível de competitividade de Pol Espargaró, companheiro de GasGas Tech3.
Aos 25 anos, Augusto chega à classe rainha do Mundial de Motovelocidade como campeão da Moto2 depois de derrotar Ai Ogura no ano passado, quando corria com a Red Bull KTM Ajo. A passagem pela classe intermediária, contudo, foi irregular, apesar de ter defendido equipes consolidadas como Pons e Marc VDS.

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“Bom, estou subindo para a MotoGP com a confiança de ser campeão mundial e isso é bom, mas, honestamente, não sei o que esperar em termos de posição”, disse Augusto. “Estou ansioso para ser competitivo logo e tentar estar na batalha com meu companheiro de equipe”, seguiu.
Ainda que não tenha adversários com quem ser comparado por ser o único debutante, o histórico da KTM com estreantes não é dos melhores. Ano passado, por exemplo, os austríacos massacraram Remy Gardner e Raúl Fernández e, antes disso, já tinham sido bastante impacientes com Iker Lecuona.
Para piorar, Augusto terá de suportar a sombra do jovem fenômeno Pedro Acosta, que é mais do que cotado para uma vaga na estrutura da KTM.
“Acho que estou encarando o ano mais importante da minha carreira, mas sei que preciso ser paciente”, falou Augusto. “Estou descobrindo tudo que significa ser um piloto de MotoGP, um piloto de fábrica, mas é bom ver quantas pessoas você tem por trás e não só o seu time, toda a fábrica que espera por você e por seus resultados”, continuou.
“Portugal está chegando em breve e estou realmente ansioso. É um sonho que se torna realidade: minha estreia na MotoGP. Honestamente, mal posso esperar”, encerrou.