Francesco Bagnaia colecionou feitos na temporada 2022 da MotoGP. O italiano tirou a Ducati de uma fila que já durava 15 anos, com direito a uma recuperação histórica, tanto que Pecco surpreendeu ao vestir, sim, o mítico #1 em sua Desmosedici para o campeonato deste ano, e ele garante que a meta é manter o algarismo no próximo Mundial.
O #1 na MotoGP é cercado de uma espécie de ‘maldição’, e isso porque o último campeão a ter sucesso no ano seguinte carregando a numeração foi Mick Doohan, que conquistou o seu quinto e último título nas 500cc em 1998. Ninguém mais conseguiu defender tal coroa usando o #1 desde então, e não faltaram candidatos competentes: Álex Crivillé, Kenny Roberts Jr., Casey Stoner e até Jorge Lorenzo.
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Bagnaia, destacou que o #1 é “algo a se respeitar”. “Desde que eu lembro de assistir às corridas, apenas Marc [Márquez] e Vale [Rossi] mantiveram o número. Portanto, é algo que estou trabalhando muito para repetir”, disse Pecco.
“Ter o #1 é algo a se respeitar, com certeza, algo para se dar o máximo para continuar usando”, acrescentou, brincando, em seguida, que todos estão dispostos a fazer uso da sua ‘polêmica’ escolha.
“Tenho certeza de que todos os pilotos aqui querem roubar esse número da minha moto. Mas acredito que, se trabalharmos bem, estiver tudo bem, podemos defender o título. Com certeza não será fácil, mas estamos lá”, finalizou Bagnaia.
A MotoGP realiza neste fim de semana o GP de Portugal, etapa de abertura da temporada 2023. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade.