Diogo Moreira testou com a equipe de Aki Ajo em Barcelona (Vídeo: Divulgação)

Franco Morbidelli ainda não brigou por vitórias em 2021, como fez no ano passado. A temporada começou dura para o ítalo-brasileiro da SRT Yamaha, com resultados discretos e uma reação mesmo sem uma moto de fábrica, diferente dos demais pilotos da montadora japonesa.

Com uma YZR-M1 de 2019 com alterações, Morbidelli vê as demais montadoras do grid da MotoGP evoluírem e causarem problemas nos treinos e corridas. Após um período de frustração, porém, o piloto espera resolver os problemas de performance do equipamento.

“Neste ano, é muito fácil ter essa perspectiva porque minha situação técnica me dá uma pequena desculpa neste assunto”, disse ao podcast Last on the Brakes.

Franco Morbidelli em ação no GP da França (Foto: Divulgação/MotoGP)

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“Após um período inicial de frustração, eu tenho que dizer que o sentimento se foi. Uma grande pressão foi embora. Eu preciso tentar melhorar e eu preciso colocar a moto no topo. Mas eu também que fazer isso é muito difícil, então eu nem me pressiono muito”, completou Morbidelli.

O ítalo-brasileiro, no entanto, não gosta de ser o azarão no grid da MotoGP e quer voltar a ser favorito, como na temporada 2017 da Moto2, quando conquistou o título com autoridade. “Eu amo ser o favorito, é a melhor posição. Ser favorito significa que você tem tudo a seu lado. E você precisa andar na ponta e vencer. Estive nessa posição na Moto2, me senti bem e venci”, pontuou.

A MotoGP volta à ação no dia 30 de maio, em Mugello, para o GP da Itália. O GRANDE PRÊMIO acompanha todos os detalhes da sexta etapa do Mundial de Motovelocidade.

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