Miguel Oliveira segue com o futuro indefinido na MotoGP. Prestes a perder a vaga na Pramac por performance, o português se diz “aberto a tudo”, mas deixando clara a preferência por “correr de verdade”.

Originalmente, o contrato de Oliveira com a Yamaha para correr com a Pramac tinha validade até o fim de 2026, mas o acordo conta com uma cláusula de performance. Por causa das dificuldades de desempenho a bordo da YZR-M1, o #88 passou a disputar a posição ao lado de Toprak Razgatlioglu com Jack Miller e, depois, com outros nomes, incluindo Diogo Moreira.

Agora, porém, a saída de Miguel parece certa, já que a vaga deve ficar nas mãos de Miller após a negativa de Moreira ― que é esperado na LCR em 2026 em um acordo com a Honda.

Falando à imprensa na Hungria, Oliveira disse que não se vê como piloto de testes, mas disse que, a partir da próxima semana, os passos devem ficar mais claros em direção ao futuro.

Miguel Oliveira segue com futuro indefinido na MotoGP (Foto: Gold & Goose/Red Bull Content Pool)

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“Meu desejo é correr de moto. Correr de verdade. Tenho 30 anos e não me vejo realmente fazendo essa coisa de teste”, disse Oliveira. “A questão é que você realmente não sabe qual seria o plano de desenvolvimento e de wild-cards para o próximo ano ― inclusive, porque qual o sentido de fazer wild-card [em 2026] se as motos serão diferentes [em 2027]?”, seguiu.

“Então não sei. É realmente um tiro no escuro. Mas vamos ver. Na próxima semana teremos algumas notícias e vamos seguir a partir daí”, encerrou.

A MotoGP volta a acelerar entre os dias 5 a 7 de setembro, no GP da Catalunha, direto de Barcelona, 15ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.