A Comissão de GP anunciou uma mudança na alocação de pneus da MotoGP para 2023. A partir do próximo ano, os pilotos terão apenas duas opções de pneus traseiros e não mais três como é atualmente. O objetivo da mudança é reduzir o número de calçados produzidos e transportados pela Michelin, mas que acabam não sendo utilizados pelos pilotos durante o fim de semana.
Atualmente, a Michelin disponibiliza aos pilotos até seis unidades da especificação traseira mais macia, quatro da média e três duros. No próximo ano, os competidores seguirão contando com 12 unidades, mas depois de uma pesquisa com as equipes da MotoGP, a Comissão de GP, que é composta por Carmelo Ezpeleta, diretor-executivo da Dorna, promotora do Mundial; Paul Duparc, da FIM (Federação Internacional de Motociclismo); Hervé Poncharal, da IRTA (Associação Internacional das Equipes de Corrida); e Biense Bierma, da MSMA (Associação das Fábricas de Motocicletas Esportivas); assistidos por Carlos Ezpeleta, também da Dorna; Mike Trimby, da IRTA; e Corrado Cecchinelli, diretor de tecnologia da MotoGP; decidiu oferecer apenas dois tipos de pneus traseiros em cada etapa.
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Assim, os pilotos terão sete unidades do calçado mais macio e cinco do mais resistente. A Michelin vai determinar qual especificação levar para cada corrida: macio e médio, médio e duro ou macio e duro.
Com a decisão, a alocação de pneus slicks traseiros em 2023 por evento será: sete macios e cinco médios ou sete médios e cinco duros ou sete macios e cinco duros.
A largada do GP da Catalunha de MotoGP, em Barcelona – nona etapa da temporada -, acontece neste domingo, às 9h (de Brasília). O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.
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