Apesar da juventude, Pedro Acosta afirmou que não tem mais “tempo a perder” na MotoGP. O piloto de 22 anos explicou a troca da KTM pela Ducati e apontou que sempre deixou claro o objetivo de ter nas mãos uma moto capaz de conquistar o título.
Acosta tem uma relação antiga com a KTM, já que, além de ter passado pela Rookies Cup, manteve os laços com a montadora durante as passagens por Moto3 e Moto2. Pedro subiu para a MotoGP em 2024, quando correu na Tech3, mas, no ano seguinte, migrou para a equipe de fábrica, onde segue até hoje.
A bordo da RC16, Acosta já conquistou duas poles e 13 pódios, sendo sete deles pelo segundo lugar. A vitória, porém, ainda não chegou.
Há algumas semanas, a Ducati confirmou a contratação do #37, que será companheiro de equipe de Marc Márquez nos próximos dois anos. A KTM, por sua vez, vai trocar a equipe por completo, com Álex Márquez e Fabio Di Giannantonio formando a nova dupla.

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“As coisas são assim”, disse Acosta. “Eu disse quando assinei meu contrato com a fábrica que a única coisa que eu queria era uma moto para vencer o campeonato. Está claro que essa moto ainda não chegou”, seguiu.
“Para ser sincero, não tenho mais tempo a perder”, declarou. “Adquiri muita experiência na KTM, mas também sentia que [ir para a Ducati] era o desafio que eu precisava na minha carreira”, completou.
A KTM vive um jejum de vitórias que vem desde que Miguel Oliveira venceu na chuva no GP da Tailândia de 2022. Acosta, porém, mantém vivo o sonho de triunfar com a RC16 antes de partir para a casa de Bolonha.
A MotoGP agora parte para as férias e só volta a acelerar entre os dias 7 a 9 de agosto, com o GP da Grã-Bretanha, 12ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.