Toprak Razgatlioglu explicou que abandonou o GP dos Países Baixos da MotoGP por conta de uma forte vibração na Yamaha, problema que classificou como impossível de contornar durante a corrida deste domingo (28), em Assen.
Após largar da última posição por conta de uma classificação ruim, o turco fez uma excelente largada e ganhou diversas posições ainda na primeira volta. Razgatlioglu chegou a entrar na disputa pelo top-10, mas abandonou o GP na 12ª volta.
“Larguei bem. Também na curva 5, no meio da confusão, escolhi uma boa trajetória e ultrapassei muitos pilotos ali”, explicou. “Depois que entrei no top-10, tudo estava indo muito bem, mas a moto começou a vibrar muito nas curvas para a esquerda. Não entendo por quê”, admitiu Razgatlioglu.
“Conversei com Brad Binder, e ele disse: ‘Eu vi a moto, especialmente na curva 9. A vibração era inacreditável, porque simplesmente não parava’. Normalmente, quando a moto vibra, basta acelerar que isso desaparece. Mas dessa vez foi diferente. Ainda não sabemos o motivo. Só acontecia nas curvas para a esquerda. Não era apenas uma vibração, a moto começava a pular de forma impressionante”, contou.

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“Tentei administrar por algumas voltas, mas ficou impossível quando Binder e também Álex Rins me ultrapassaram. Depois forcei novamente na curva 15, que é para a esquerda. Usei apenas o freio dianteiro e tentei várias coisas para encontrar o problema, mas continuei sentindo essa vibração. Então voltei aos boxes, porque era impossível pilotar desse jeito.”
Antes do surgimento do problema, Razgatlioglu afirmou que estava satisfeito com o ritmo apresentado durante a prova.
“Antes disso, o ritmo era incrível, e eu ainda estava usando o pneu traseiro médio. Eu estava apenas administrando, porque vi que Fabio Quartararo começou a acelerar. Estava preservando o pneu traseiro e pilotando muito bem. Também pensei que, se ultrapassasse Fabio, talvez pudesse seguir Enea Bastianini por algumas voltas e abrir uma vantagem, porque sentia que tinha um pouco mais de ritmo, mas quando cheguei em Fabio, essa vibração começou. Perdi tempo e tentei encontrar uma forma de resolver o problema, mas não consegui.”
Por fim, Razgatlioglu acredita que o problema custou uma primeira chegada entre os dez primeiros Catedral da Velocidade. “Começamos muito bem. Estou realmente bravo, porque larguei muito bem. Pela primeira vez, parecia possível terminar no top-10, mas senti esse problema durante a corrida”, concluiu.
A MotoGP volta a acelerar entre os dias 10 a 12 de julho, com o GP da Alemanha, em Sachsenring, para a 11ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.
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