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F1

F1 tira zebra ‘lombada’ do Red Bull Ring e instala sensores para checar infrações

A F1 segue na missão de diminuir o uso da zebra ‘lombada’. O Red Bull Ring agora usa sensores nas curvas 9 e 10 para controlar infrações relacionadas ao limite de pista

Redação GP

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As zebras ‘lombada’, uma marca registrada do Red Bull Ring em anos recentes, viraram coisa do passado. A Fórmula 1 optou por um novo método para evitar infrações de limite de pista: sensores foram instalados entre as curvas 9 e 10, notificando a direção de prova no caso de um piloto deixando o traçado para ganhar vantagem.

A retirada da zebra original reduz o risco de incidentes no trecho. Não era raro pilotos danificarem o carro no trecho, o que poderia até mesmo causar um acidente na sequência.

Só que não bastaria apenas tirar a zebra. A configuração das curvas 9 e 10 significa que seria mais vantajoso sair da pista e usar a área de escape asfaltada para ganhar tempo. É aí que entra o uso de sensores, evitando tal problema.

As zebras na Áustria serão diferentes em 2020 (Foto: Reprodução)

“Na terceira ocasião de um piloto indo além da zebra vermelha e branca na curva 9 ou 10 durante a corrida, será apresentada a bandeira preta e branca”, explicou o comunicado assinado pela direção de prova. “Qualquer corte extra será repassado aos comissários. Cada vez que qualquer carro ir além da zebra vermelha e branca, as equipes serão informadas através do sistema oficial de mensagens. Em cada caso citado, o piloto só pode retornar à pista quando for seguro e sem ganhar vantagem. As exigências acima não serão aplicadas automaticamente aos pilotos forçados para fora da pista, com cada caso sendo julgado individualmente”, seguiu

A bandeira preta e branca, citada pelo relatório da direção de prova, é o último alerta antes de uma punição. A sinalização estava em desuso, mas retornou em 2019 com a chegada de Michael Masi como diretor de prova, substituindo Charlie Whiting.

O uso da zebra ‘lombada’, por sua vez, começa a ser minimizado pela F1. A categoria começou a rever seu uso ainda no fim de 2019. O estopim foi o acidente de Alex Peroni na F3 em Monza: o piloto australiano passou por cima da estrutura na saída da Parabolica, sendo catapultado e batendo com força.