A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) destacou como o GP da África, que acontece em Ruanda a partir da temporada 2030 da Fórmula 1, vai deixar um legado para o continente nos próximos anos. De acordo com Mohammed Ben Sulayem, presidente da entidade, além de criar proximidade com os fãs, a presença da categoria também tem o potencial de fortalecer o automobilismo local.

A confirmação de Ruanda como GP da África veio nesta terça-feira (13). Com isso, a partir de 2030 a F1 visita cinco continentes — América, Ásia, África, Europa e Oceania. O objetivo é realizar a corrida em um autódromo construído a cerca de 40 km de Kigali, capital do país, e próximo ao Aeroporto Internacional de Bugesera.

Sulayem destacou que a notícia representa “um passo importante no crescimento contínuo do automobilismo em nível global”, ressaltando o compromisso que Ruanda demonstrou em receber a F1.

“Este acordo também visa criar um legado duradouro, inspirar novas gerações, desenvolver talentos e abrir novas oportunidades para o automobilismo em toda a África e além. Aumentar a acessibilidade está no cerne da missão da FIA, e temos a responsabilidade de garantir que o nosso esporte continue a crescer em todos os níveis, alcançando novas comunidades e criando oportunidades para pessoas em todos os cantos do mundo”, disse o presidente da FIA.

Circuito de Ruanda (Foto: Reprodução/F1)

“Parabenizo o Presidente Paul Kagame por este momento histórico para a sua nação e expresso os meus agradecimentos a Stefano Domenicali e a todos aqueles cuja colaboração tornou possível este novo e empolgante capítulo”, finalizou Sulayem.

Com as atividades do GP de Singapura concluídas, a Fórmula 1 tira uma folga neste fim de semana e retorna entre os dias 23 e 25 de outubro, para a disputa do GP dos Estados Unidos. A etapa de Austin será a 18ª da temporada 2026.