CORRIDAS ESQUECÍVEIS NA TEMPORADA INESQUECÍVEL DA F1 2021

A Mercedes tardou a anunciar George Russell para a temporada deste ano, mas, enfim, foi confirmada. Depois de uma ótima apresentação no GP do Sahkir de 2020, o jovem britânico fez brilhar os olhos da escuderia alemã, que optou por firmar um acordo com ele a partir de 2022. Só que o próprio Russell diz que, se fosse promovido logo no início de 2021, ele conseguiria desempenhar um ótimo papel. Afinal, para ele, apenas dois anos na Williams, sua agora ex-casa, seriam suficientes para desenvolvê-lo.

“Você está sempre aprendendo”, disse ele, em entrevista ao portal Motorsport-Magazin.com. “A sua velocidade natural é o que é. Não vai melhorar. E como faço para tirar mais proveito dos meus engenheiros, como faço para ajustar o carro melhor, como faço para gerenciar os pneus em um dia frio no Brasil?”, acrescentou.

“Depois do primeiro ano [na Williams], eu teria me sentido pronto. Mas sou um piloto melhor agora do que era antes”, completou.

George Russell estreou na Fórmula 1 em 2019 pela Williams (Foto: Williams)

Um empecilho que o #63 reconhece era seu contrato de três anos com a Williams. “Assinamos por três anos. Não havia absolutamente nada que pudéssemos fazer. Mas dois anos teriam sido perfeitos. Eu estaria mais do que pronto para subir [para Mercedes] em 2021”, concluiu.

A temporada de George com um carro ainda muito abaixo foi notável. Na não-corrida do GP da Bélgica, o piloto fez sua melhor classificação na Fórmula 1, ao ficar com a segunda posição. Além disso, marcou pontos em outras três quatro corridas — Hungria, Itália e Rússia.

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