No GP dos Países Baixos, Liam Lawson mudou de equipe e foi convocado pela Red Bull para substituir o lesionado Isack Hadjar. Depois de fechar a prova em sétimo e somar pontos, o neozelandês comparou essa experiência positiva que teve em Zandvoort com as duas etapas anteriores que disputou com a Red Bull em 2025, quando terminou demitido.
No ano passado, Lawson assumiu o posto deixado por Sergio Pérez no começo da temporada na Red Bull, mas durou pouco ao voltar para a Racing Bulls depois de decepcionar nas duas primeiras etapas. Agora, porém, está mais experiente e andou bem em Zandvoort, enquanto Max Verstappen bateu e abandonou na primeira volta.
Perguntado após a corrida sobre essas duas experiências diferentes na Red Bull, Lawson fez uma comparação e concluiu que o carro deste ano está muito melhor e mais simples de guiar, enquanto o RB21 tinha um limite muito mais “extremo”. Além disso, nuncia tinha corrido antes na Austrália e na China, sedes das duas primeiras corridas de 2025.
“O principal problema no ano passado é que havia duas pistas que eu nunca tinha visitado. Então, além disso, eu ainda precisava aprender a guiar um carro que já era muito difícil de conduzir. O carro agora, por outro lado, talvez não seja tão difícil de guiar ou de levar ao limite”, explicou Lawson.
“Então, trata-se mais de juntar todas as outras peças, preparar os pneus, encontrar o equilíbrio certo do carro e me acostumar com a forma como ele realmente se comporta, em vez de lidar com um carro que, no ano passado, era simplesmente muito difícil de levar ao limite. Entrei no ano passado achando que teria mais tempo no carro, então, de certa forma, estava apenas me adaptando a tudo o que Max tinha no carro”, lembrou o neozelandês.
“E havia muitas coisas diferentes para mim, como os pedais, a direção e tudo mais. Não tive tempo de me acostumar com isso. [Em Zandvoort], eu disse: ‘Vamos deixar o carro o mais próximo possível do meu’”, recontou.

Até o momento, em 2026, Lawson já tem mais pontos que em 2025 e soma 49, o suficiente para ocupar a nona posição no Mundial de Pilotos. No ano passado, fechou a campanha com 38 tentos e em 14º na tabela.
“Em 2025, o carro estava em um limite tão extremo, pelo menos no começo da temporada, que, se você não estivesse nesse limite, isso acabava com o tempo de volta. Este ano, há muito mais fatores envolvidos”, analisou Lawson ao falar da Red Bull mais uma vez.
“Ter mais tempo com este carro e durante este ciclo de regulamentos, por mais que o carro seja muito diferente, faz com que haja muitas coisas que influenciam na construção de uma volta com essas unidades de potência. Ter a mesma unidade de potência também ajuda”, encerrou Lawson.
A Fórmula 1 volta neste fim de semana, de 4 a 6 de setembro, em Monza. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP da Itália, 13ª etapa da temporada 2026, AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
GP da Itália de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
Horários no Brasil*
- Treino livre 1: 07:30
- Treino livre 2: 11:00
- Treino livre 3: 07:30
- Classificação: 11:00
- Corrida: 10:00
Horários em Portugal e Angola
- Treino livre 1: 11:30
- Treino livre 2: 15:00
- Treino livre 3: 11:30
- Classificação: 15:00
- Corrida: 14:00
Horários em Cabo Verde
- Treino livre 1: 09:30
- Treino livre 2: 13:00
- Treino livre 3: 09:30
- Classificação: 13:00
- Corrida: 12:00
Horários em Moçambique
- Treino livre 1: 12:30
- Treino livre 2: 16:00
- Treino livre 3: 12:30
- Classificação: 16:00
- Corrida: 15:00