Liam Lawson chamou atenção na temporada de 2023 da Fórmula 1, quando substituiu Daniel Ricciardo por cinco corridas na AlphaTauri — agora Visa CashApp RB. Estreando após o australiano quebrar a mão nos treinos livres do GP dos Países Baixos, o neozelandês conquistou um nono lugar em Singapura como melhor resultado.
Embora tenha sido preterido pelo próprio Ricciardo e Yuki Tsunoda, que seguirão como titulares na equipe B do grupo Red Bull, Lawson não quer só ficar do lado de fora da pista. Vale lembrar que o neozelandês segue como reserva das duas equipes taurinas, mas não é apto para fazer os primeiros treinos livres dos GPs, afinal, já tem mais de três corridas na F1 — limite para ser considerado novato e substituir um titular nessa sessão.
“Em termos do que vou pilotar e quando vou pilotar, isso ainda está por definir”, disse Lawson ao jornal New Zealand Herald. “Adoraria estar ao volante de um carro de Fórmula 1 e estamos todos trabalhando para tentar fazer isso acontecer – seja em testes ou em corridas – mas no momento nada está confirmado. São apenas algumas conversas. Falamos muito ao longo do ano, e, no final, tudo foi muito breve”, completou.
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Lawson iniciou o ano de 2023 como piloto na Super Fórmula japonesa e venceu três corridas. Disputou o título até etapa decisiva em Suzuka, mas ficou oito pontos atrás de Ritomo Miyata.
“Acho que todos nós reconhecemos que [vencer a Super Fórmula] era alcançável e que a velocidade estava lá, mas obviamente para ganhar um campeonato, você precisa de mais do que isso”, falou.
“Também reflito sobre o que fiz ao longo da temporada, coisas que, provavelmente, me arrependerei e que custaram muitos pontos no campeonato, mas que faz parte do processo”, encerrou.
A Fórmula 1 retorna às pistas de 21 a 23 de fevereiro, com os testes coletivos da pré-temporada no Bahrein, no circuito de Sakhir.