Max Verstappen já foi motivo de elogios da Red Bull em 2022 por ter amadurecido, mas é possível ainda escutá-lo de forma bastante incisiva no rádio, durante as corridas, quando algo não vai bem. Como Yuki Tsunoda foi considerado por Helmut Marko o “filho problemático”, que vai passar por acompanhamento psicológico, o atual campeão também foi questionado: seria uma boa ideia fazer o mesmo?
“Não acho que eu ajudo toda a equipe se entrar muito chateado em uma sessão de treinos ou qualquer outra coisa, porque então todo mundo começa a ficar um pouco nervoso, acho que isso não ajuda no desempenho geral”, comentou ele.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2

“Às vezes ainda fico um pouco chateado no rádio, mas não acho que isso influencie meu desempenho, é mais se as coisas não vão bem, se algo é mal executado ou se eu tiver um problema”, explicou.
Max explica que ficar nervoso, na verdade, é o que o faz gostar e se interessar pelo esporte. É assim que ele expressa seus sentimentos, embora reconheça que há outras formas de fazer reclamações.
“Acho que se chegar o dia em que não vou mais ficar chateado com essas coisas, não estarei mais interessado no esporte. Para mim, também é porque me importo com meu resultado e me importo com o que estou entregando ou apresentando no fim de semana, e às vezes fico chateado com essas coisas”, disse.
“Não está influenciando meu desempenho durante a corrida, mas é claro que a maneira como você trabalha durante o fim de semana é tentar ser o mais calmo possível – algumas pessoas são um pouco mais calmas, outras são um pouco mais explosivas. É assim que funciona, mas você sempre pode trabalhar nessas coisas”, encerrou.