Guenther Steiner foi rápido em rebater os críticos da escolha da Haas de substituir Romain Grosjean por Pietro Fittipaldi no GP de Sakhir neste fim de semana. O dirigente assegurou que o piloto de 24 anos não foi escolhido pelo DNA, mas pelo bom trabalho que faz.

Pietro não guiou um Fórmula 1 em 2020, mas tinha viajado ao Bahrein antes mesmo do acidente de Grosjean na semana para atuar como reserva. Embora Steiner reconheça que ter o sobrenome de Emerson Fittipaldi ajude, o dirigente garantiu que está não foi a principal razão para contratar o brasileiro.

Steiner elogiou o trabalho de Pietro Fittipaldi (Foto: Divulgação)

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“Nós não o temos como um mascote”, disse Steiner. “Minha preocupação inicial era um caso de Covid e não de lesão, mas foi por isso que eu pedi a ele que nos acompanhasse nessas três semanas”, seguiu.

“Também temos Louis Deletraz, mas Pietro está na nossa bolha ― ele fez todos os testes de Covid”, ressaltou. “Emerson foi uma estrela na época dele e ter o nome dele certamente é uma boa coisa, mas essa não é a principal razão para tê-lo aqui”, alegou.

“Pietro está aqui, pois fez um bom trabalho”, comentou.

Apesar da animação com a atuação de Pietro, Steiner controla a animação em relação à performance deste fim de semana, já que o carro da Haas não encaixa bem com o layout do traçado barenita.

“Não vai ser fácil ter um bom resultado com o nosso carro, especialmente com essa rota”, reconheceu. “Ele fez alguns testes em oval antes e talvez isso ajude. Também vai ajudar o fato de ele ter estado em várias equipes e carros diferentes ao longo da carreira”, ponderou.

“Ele vai se adaptar rapidamente e vamos ajudá-lo com isso. Kevin [Magnussen] já se ofereceu para ajudar e responder qualquer pergunta”, completou.