A lesão de Isack Hadjar provocou uma corrida contra o tempo nos bastidores da Red Bull e da Racing Bulls antes do GP dos Países Baixos. Peter Bayer, CEO da Racing Bulls, revelou a cronologia da operação que terminou com Liam Lawson assumindo o carro de Hadjar na Red Bull e Yuki Tsunoda retornando à antiga equipe em Zandvoort.
Em entrevista com jornalistas no circuito neerlandês, Bayer explicou que a movimentação começou no fim da semana anterior, quando a Red Bull recebeu a informação sobre a lesão de Hadjar. A decisão definitiva sobre as substituições foi tomada na terça-feira (18), com Lawson sendo chamado para ocupar o RB22 e Tsunoda convocado para substituir Lawson na Racing Bulls.
“Soube da lesão no final da semana passada. Depois, obviamente, o telefone começou a tocar. Foram diversas ligações e, na terça-feira, tomamos a decisão sobre como abordaríamos este fim de semana”, afirmou.
“Quanto às mudanças, honestamente, por mais que não gostemos que essas coisas aconteçam, sabemos o que fazer. A maior mudança foi realmente nos planos de viagem do Yuk [Tsunoda]. Trouxemos ele de volta da Grécia e colocamos no simulador para darmos todo o apoio possível”, concluiu.

Hadjar sofreu uma fratura no punho durante um treino realizado nas férias de verão da Fórmula 1 e precisou ficar fora do GP dos Países Baixos. O francês foi submetido a exames que confirmaram a necessidade de afastamento da atividade.
Com a ausência, Lawson foi promovido à Red Bull para formar dupla com Max Verstappen para o fim de semana em Zandvoort. A mudança abriu uma vaga na Racing Bulls, que recorreu a Tsunoda para completar a formação ao lado de Arvid Lindblad.
A Fórmula 1 volta nos dias 4 a 6 de setembro em Monza, palco do GP da Itália, 13ª etapa da temporada 2026.