Kimi Räikkönen viveu um sábado para esquecer em Budapeste. Com um carro difícil e de pouca performance, o finlandês vai largar apenas na última posição no GP da Hungria de Fórmula 1, neste domingo (19). O piloto de 40 anos brigou muito com sua Alfa Romeo, mas não conseguiu extrair o melhor desempenho do carro empurrado pelos motores da Ferrari, ficando atrás até mesmo do companheiro Antonio Giovinazzi.

Com o tempo de 1min16s614, o nórdico ficou quase dois segundos atrás de Sergio Pérez, o mais veloz do Q1 em Hungaroring. Sair do fim do grid não é novidade para Räikkönen, mas sempre que isso aconteceu teve alguma interferência de punições, problemas no carro e até mesmo acidente. Por desempenho abaixo dos rivais, é a primeira vez em 18 temporadas na F1.

Räikkonen partiu duas vezes na colocação final do grid em 2003, quando pilotava pela McLaren. Na Espanha, escapou da pista e retornou para os boxes, sem completar a volta. No Canadá, rodou o MP4-17D e também não marcou tempo. No GP de San Marino de 2004, problemas o colocaram na lanterna.

Kimi Räikkönen durante o segundo treino livre na Hungria (Foto: “AFP”)

No GP do Bahrein de 2006, Räikkönen sofreu uma falha na suspensão traseira do carro durante a classificação e acabou no pior posto do grid.

Largar da última posição se repetiria para o campeão mundial de 2007 em mais duas ocasiões. Na etapa de Abu Dhabi de 2013, fez o quinto tempo, mas foi desclassificado após sua Lotus não passar em um teste de deflexão do assoalho. No GP da Itália de 2019, teve de trocar a caixa de câmbio sob regime de parque fechado e largou dos boxes.

Agora, a situação é diferente. A performance errática da Alfa Romeo faz o finlandês partir da rabeira.

Neste domingo, o Briefing entra ao vivo às 9h (Brasília, GMT -3) o pré-corrida do GP da Hungria de F1 com análise da classificação e as últimas informações antes da largada da terceira etapa do Mundial 2020. Inscreva-se no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube e ative as notificações.