Volta em Mônaco com Hesketh 308 guiada por Jean-Denis Delétraz (Vídeo: Reprodução)

A Honda anunciou, ainda no ano passado, que vai deixar o fornecimento oficial de motores da Red Bull e da AlphaTauri no fim da temporada 2021. Mesmo assim, a montadora japonesa afirmou que pretende seguir trabalhando com a equipe de Milton Keynes até o fim do ciclo da atual geração de unidades de potência.

A partir de 2022, a Fórmula 1 vai passar a ser mais sustentável, com a utilização do E10, um combustível mais sustentável e com presença maior de etanol em sua composição. A mudança vai exigir adaptações nos motores para alcançar a máxima performance e é nesse ponto que a Honda quer ajudar a Red Bull.

“O maior desafio para todas as fornecedoras é a introdução do novo combustível. Então a Honda vai, enquanto tiver recursos disponíveis para isso, garantir de que vamos para o congelamento [de motores] da melhor maneira possível. O trabalho já está em andamento”, disse Christian Horner, chefe da Red Bull, ao site Autosport.

Honda é oficialmente a fornecedora de motores da Red Bull até o fim de 2021 (Foto: Pirelli)

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O plano da Red Bull, após a saída da Honda, é produzir a própria unidade de potência para o novo regulamento da Fórmula 1, previsto para 2025. Com isso, o time recentemente contratou Ben Hodgkinson, então da Mercedes, para ser o novo diretor-técnico.

“Obviamente com os motores congelados houve uma importante preservação do que vai ser até o fim do atual período. Mas para os novos motores, potencialmente em 2025, obviamente estamos mantendo uma estrutura”, afirmou o austríaco.

“Vamos herdar algumas grandes e talentosas pessoas da Honda, mas estamos absolutamente compromissados em pegar as pessoas certas para as vagas”, completou.