Depois de Helmut Marko dizer que Max Verstappen não ia mais correr virtualmente até altas horas da madrugada, mas o próprio tricampeão negar o veto, o consultor da Red Bull deu mais detalhes sobre o caso. De acordo com o austríaco, não existe necessariamente uma ordem por parte da equipe que proíba o #1 de disputar as corridas noturnas, foi apenas uma “forte recomendação” para que isso não se repita.
Verstappen é um grande entusiasta das corridas de simulador e tem a atividade como uma de suas favoritas em seus momentos de lazer. Vez ou outra, o neerlandês concilia as provas virtuais com as da Fórmula 1. Foi assim no GP da Emília-Romanha e também na Hungria. Porém, diferente do que aconteceu em Ímola, em Hungaroring o tricampeão não foi capaz de vencer e ainda demonstrou um “comportamento infantil” no rádio.
No dia anterior ao GP da Hungria, Verstappen precisou suprir a ausência de um companheiro de equipe nas 24 Horas de Spa-Francorchamps virtuais e, por isso, teve de ficar até mais tarde na disputa.
Depois dos problemas na Hungria e de Verstappen negar o veto às corridas virtuais, o consultor da Red Bull explicou a situação.

“Concordamos que, no futuro, ele não vai guiar muito depois de meia-noite, embora tenha um ritmo de vida completamente diferente. Não é uma obrigação, é apenas uma recomendação muito forte que passamos a ele”, disse Helmut.
“Sabemos que a corrida de simulador é seu maior hobby. Também não era sua intenção pilotar uma parte daquela corrida, ele só o fez porque um de seus companheiros desfalcou a equipe. Mas ainda assim, é preciso evitar coisas como essa, que são compreensivelmente atacadas em público”, finalizou Marko.
A Fórmula 1 agora faz a tradicional pausa para as férias de verão na Europa e volta de 23 a 25 de agosto em Zandvoort, para a disputa do GP dos Países Baixos.
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