A temporada 2021 representou casa nova para alguns nomes com experiência na Fórmula 1, mas nem todos conseguiram obter os resultados que se esperavam na classificação final. Tetracampeão mundial, Sebastian Vettel estreou na Aston Martin ao mesmo tempo em que o bicampeão Fernando Alonso retornava à F1 após um período sabático. Daniel Ricciardo e Carlos Sainz também precisaram incorporar o espírito de suas equipes este ano, com as tradicionais McLaren e Ferrari.

O australiano chegou a vencer o GP da Itália, mas sofreu com a adaptação ao carro da McLaren e perdeu de lavada para o companheiro Lando Norris na classificação. Sainz, por outro lado, surpreendeu em sua chegada à Ferrari e manteve um páreo duro com Charles Leclerc, considerado o grande futuro da equipe italiana.

Vettel busca reencontrar a felicidade na Aston Martin ao lado de Lance Stroll, depois de um período muito mais complicado do que o alemão imaginava na Scuderia de Maranello. Por fim, o bicampeão mundial Alonso retornou em uma temporada de adaptação antes da grande revolução que vai alterar o regulamento técnico e implementar novos carros na F1 em 2022.

No fim, eis o saldo: Sainz foi quinto, com 164,5 pontos, à frente de Leclerc; Ricciardo foi oitavo, com 115 pontos, atrás de Norris; Alonso foi décimo, com 81 pontos, à frente de Ocon, e Vettel foi 12º com 43 pontos, à frente de Stroll.

Desta forma, fica um questionamento: como foi o desempenho desses pilotos em suas novas equipes na F1 2021? Teve companheiro de equipe vencido, pódio e até mesmo vitória, e é isso que Victor Martins, Pedro Henrique Marum e João Pedro Nascimento debatem neste final de ano.

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