Marcus Armstrong conquistou neste domingo (13) o primeiro pódio pela Meyer Shank no GP de Iowa 2. Depois de migrar para o time de Mike Shank, Jim Meyer e Helio Castroneves via parceria da equipe com a Ganassi, o neozelandês mostrou que o entrosamento está cada vez mais afiado e manteve a sequência de corrida dentro dos dez primeiros — a sexta prova seguida no top-10.

Vale destacar que este é o segundo pódio de Armstrong, que foi terceiro colocado no GP de Detroit de 2024, quando ainda corria pelo #11 da Ganassi. O resultado deste domingo reforça também o crescimento do ex-Fórmula 2 em circuitos ovais, depois de ter sido nono no sábado.

Podemos até considerar que o pódio, com Álex Palou e Scott Dixon ao lado de Armstrong, é todo Ganassi. Em decorrência da aliança técnica entre o time e a Meyer Shank, a estrutura do #11 migrou toda para a esquadra de Pataskala, Ohio.

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Marcus Armstrong (Foto: IndyCar)

A estratégia de economizar combustível foi fundamental para o resultado. Enquanto alguns adversários foram parando no fim, Armstrong subiu algumas posições. Mas piloto admitiu que a amarela no fim contribuiu para ter etanol até o término da corrida.

“Estava confiante de que teríamos um bom dia porque, ontem à noite, nos acertamos no final da corrida. Tivemos duas provas economizando combustível, então, esperamos por uma situação como essa no fim. Fiquei muito feliz quando vi aquela bandeira amarela no final. No geral, fizemos um trabalho incrível. O time foi incrível nos boxes. Fomos uma das referências aqui, então estou realmente feliz”, comentou Armstrong.

“Estamos melhorando a cada corrida. Estou me entrosando cada vez mais com a minha equipe a cada prova. Mas esse campeonato é muito competitivo. É preciso estar no limite em toda sessão, toda volta — exatamente como Alex Palou faz. Estamos chegando lá. Devagar, estamos chegando lá”, encerrou Armstrong.