A temporada 2027 da Indy será diferente para Marcus Armstrong, já que será o piloto com mais tempo de casa na Meyer Shank. Apesar de ainda não saber quem vai assumir o lugar de Felix Rosenqvist, ressaltou que o substituto merece muito estar em uma equipe de ponta. O neozelandês também detalhou a mudança do #66 para o #60 e enfatizou que pediu para manter o mesmo pessoal após a troca.
Com a saída de Rosenqvist, a Meyer Shank decidiu promover Armstrong ao #60, carro que venceu as 500 Milhas de Indianápolis deste ano. Ao GRANDE PRÊMIO, o neozelandês reforçou que o substituto do sueco será merecedor da vaga e espera que seja um piloto experiente para orientá-lo na Indy 500.
“Quem quer que assuma o #66 no ano que vem será alguém que realmente merece uma vaga de ponta. Não sei quem será, mas estou ansioso para descobrir, assim como todos vocês — sem dúvida, será alguém que merece muito”, declarou Armstrong.
“Espero que seja alguém que tenha conhecimento técnico e experiência no Indianapolis Motor Speedway também. Isso seria ótimo para mim, para que possamos trabalhar juntos e vencer corridas”, salientou.

Armstrong também detalhou a troca de carro e negou que o #60 tenha tratamento preferencial na Meyer Shank. Além disso, acredita que a equipe irá crescer ainda mais, porque muitos profissionais vão passar a trabalhar na Indy, já que estão de saída do IMSA Sportscar.
“A percepção é de que se trata, imagino, do ‘principal carro da equipe’, mas, para ser sincero, é tudo como sempre foi. A minha mentalidade é a de que vou vencer, seja com o #66 ou com o #60. Estamos mudando os números, mas pedi especificamente para manter o pessoal com quem trabalho agora, porque formam um grupo fantástico, e o chefe da equipe, Jimmy Looper, é uma peça fundamental nisso”, explicou.
“Vamos ver como a situação se desenrola. Obviamente, Mike [Shank, proprietário da Meyer Shank] e a equipe não vão disputar o IMSA no ano que vem, então haverá muita gente boa disponível dentro da equipe. Vamos ver como a equipe será estruturada. Mas estou muito feliz com a situação atual”, enfatizou.
Por fim, Armstrong falou sobre o relacionamento com os companheiros de equipe, Rosenqvist e Helio Castroneves, que disputa apenas as 500 Milhas de Indianápolis.
“Tem sido muito legal ter o Felix por perto, ele tem sido um excelente companheiro de equipe e uma grande fonte de sabedoria. Ele é oito anos mais velho que eu, mas às vezes parece um cara de 80 anos de idade. É como o oposto do Helio, mas tem sido simplesmente um ótimo amigo. Nós nos divertimos muito juntos”, concluiu.
A Indy volta neste fim de semana, com o GP de Nashville, uma etapa no oval localizado na cidade de Lebanon, no Tennessee. A largada está prevista para este domingo (19), 18h30 (de Brasília, GMT -3), logo após a final da Copa do Mundo.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GPTV
GP de Nashville da Indy: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
Horários no Brasil*
- Treino livre 1: 11:00
- Clasificação: 16:00
- Treino livre 2: 19:00
- Corrida: 18:30
Horários em Portugal e Angola
- Treino livre 1: 15:00
- Clasificação: 20:00
- Treino livre 2: 23:00
- Corrida: 22:30
Horários em Cabo Verde
- Treino livre 1: 13:00
- Clasificação: 18:00
- Treino livre 2: 21:00
- Corrida: 20:30
Horários em Moçambique
- Treino livre 1: 16:00
- Clasificação: 21:00
- Treino livre 2: 00:00
- Corrida: 23:30
* Horário de Brasília