David Alonso vai colocar a Colômbia de volta ao grid da MotoGP. Confirmado pela Honda para o próximo ano, o #80 vai encerrar um jejum de dez anos sem um colombiano no grid.
Ao longo da história, a classe rainha do Mundial de Motovelocidade teve pouquíssimos colombianos. O primeiro deles foi Edgar Barona, que correu duas vezes na Ilha de Man, em 1954 e 1956, na época em que a prova integrava o calendário do Mundial.
Anos mais tarde, em 2012, Yonny Hernández chegou à categoria. O piloto nascido em Medelín defendeu equipes como Avintia, Paul Bird, Pramac e Aspar, competindo ao todo em 87 GPs. O melhor resultado do #68 foram os quintos lugares conquistados nos GPs do Catar e da Alemanha de 2015, quando pilotava a Ducati Desmosedici GP14.
A última participação de Hernández na MotoGP aconteceu no GP da Comunidade Valenciana de 2016, quando abandonou a prova depois de largar em 22º. Ao longo do tempo, Yonny somou 178 pontos na categoria.

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Diferente dos demais, Alonso é o único que não nasceu na Colômbia. O hoje piloto da Aspar é natural de Madri, na Espanha, mas fez a opção de correr com a bandeira colombiana, já que tem dupla cidadania pelo lado materno.
A MotoGP agora parte para as férias e só volta a acelerar entre os dias 7 a 9 de agosto, com o GP da Grã-Bretanha, 12ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.