Diretor-executivo da Aprilia, Massimo Rivola não escondeu a satisfação por alcançar uma dobradinha no quintal da Ducati no GP da Itália de domingo (31). O dirigente disse que estava “curtindo como louco” e classificou o momento como “muito especial”.
A casa de Borgo Panigale tem um histórico impressionante em Mugello, com oito vitórias: com Francesco Bagnaia em 2022, 2023 e 2024; com Marc Márquez em 2025; com Danilo Petrucci em 2019; com Jorge Lorenzo, em 2018; com Andrea Dovizioso, em 2017; e com Casey Stoner, em 2009. Nos últimos três anos, a Ducati fez 1-2-3-4 nos GPs, além de ter vencido todas as sprints disputadas na Toscana até o ano passado.
Em 2025, contudo, o cenário mudou. A Aprilia faturou a sprint com Raúl Fernández puxando uma dobradinha da marca com Martín. No domingo, Marco Bezzecchi assegurou o triunfo diante do companheiro de equipe, com Bagnaia ficando com o terceiro lugar por uma margem de apenas 0s034 para Ai Ogura.
Questionado se sente uma satisfação extra por garantir um 1-2 em Mugello diante da Ducati, Rivola não titubeou: “Absolutamente. Estou curtindo como louco. É muito especial”.

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“Na semana passada, estivemos com os pilotos em Pontedera, aqui na Toscana, onde está a base do Piaggio, onde a icônica Vespa é fabricada. Tendo estado lá na última semana, com todos os espectadores, e aí no topo do pódio na semana seguinte, é muito emocionante”, destacou.
Diretor-técnico da Aprilia, Fabiano Sterlacchini sublinhou que o resultado é também uma grande alegria para os técnicos da marca, já que Mugello, na teoria, não era uma boa pista para a RS-GP.
“Da perspectiva esportiva, é uma grande satisfação, mas para nós, técnicos, é ainda mais. Mugello não era uma pista particularmente favorável no papel, e chegar aqui, depois de todo o trabalho preparatório, e estabelecer o recorde de velocidade e o recorde da pista é uma confirmação importante do nosso trabalho”, ponderou Sterlacchini. “Ao longo do fim de semana, por meio de reuniões e análises com os nossos pilotos, podemos melhorar o estilo de pilotagem, o acerto da moto, a eletrônica, tudo. Cada milissegundo é muito importante e, no fim, a filosofia é sempre a mesma: muitas gotas fazem um oceano, então precisamos encontrar mais algumas áreas para trabalhar”, completou.
A MotoGP volta a acelerar entre 5 a 7 de junho, em Balaton Park, para o GP da Hungria, oitava etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.
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