Enea Bastianini afirmou que foi difícil optar pelo projeto com a Tech3, já que todas as propostas que recebeu para 2025 eram “sólidas e muito boas”. Ainda assim, o italiano justificou a escolha por entender que tem a possibilidade de vencer.
Bastianini foi uma espécie de patinho feio na briga pela vaga na Ducati ao lado de Francesco Bagnaia, já que, apesar de ser o atual dono da posição, o foco ficou mais em Jorge Martín e Marc Márquez. Com a escolha de Borgo Panigale pelo #93 e a mudança do atual líder do Mundial para a Aprilia, o #23 escolheu assinar com a KTM para formar par com Maverick Viñales na Tech3.
“Bom, foi muito difícil. Depois da corrida de Mugello, as coisas mudaram: a decisão da Ducati e o mercado se movendo muito rápido. Como nós na pista!”, brincou Enea. “Foi uma escolha difícil, pois todas as minhas propostas eram sólidas e muito boas, mas quando vi o projeto da equipe [Tech3], entendi a possibilidade de tentar vencer e também a motivação. E isso me deu uma sensação muito, muito positiva para o meu futuro”, seguiu.
Além de contar com um forte apoio de fábrica, Bastianini entende que será bom ter a referência de Brad Binder e Pedro Acosta no próximo ano.

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“Maverick será meu companheiro de equipe e será muito bom, forte”, avaliou. “A moto e o apoio serão os mesmos da equipe de fábrica. Também por isso tomei essa decisão. E ter pilotos como Pedro e Brad como referência será muito bom”, completou.
A MotoGP faz um treino para o GP da Holanda, em Assen, nesta sexta-feira, às 10h (de Brasília). O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.