“Honda precisa de solução urgente para parar de machucar pilotos”, analisa Juliana Tesser
Apesar de não ser a construtora responsável pelo maior número de tombos da temporada 2023 da MotoGP, a Honda tem a média mais elevada, com cinco acidentes para cada piloto que subiu na RC213V ao longo do ano. Não à toa, Marc Márquez, Álex Rins e Joan Mir já sofreram fraturas até aqui
A Honda transformou a RC213V em uma máquina de moer pilotos na MotoGP. Passadas apenas seis corridas das 20 previstas para este ano, Takaaki Nakagami é o único dos titulares que segue inteiro, já que Marc Márquez, Joan Mir e Álex Rins já sofreram fraturas.
No GP às 10, Juliana Tesser traz os números e constata que, apesar de a Ducati ter somado mais tombos ao longo do ano, a Honda tem a maior média de quedas por piloto da temporada 2023.
A MotoGP volta neste fim de semana com o GP da Alemanha, em Sachseniring.O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2023.
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2009, Juliana Tesser começou a carreira atuando como assessora de comunicação na área governamental. A migração para a reportagem aconteceu no fim de 2010.
No ano seguinte, passou a atuar como repórter no Grande Prêmio. Desde então, se especializou na cobertura de motociclismo, especialmente motovelocidade.
Além de editora de moto do Grande Prêmio, Juliana tem experiência com redação publicitária e também como tradutora e agente literária para a publicação no Brasil do livro 'Valentino Rossi - A obra-prima', do jornalista italiano Enrico Borghi.
Primeira mulher a comentar corridas de moto na televisão brasileira, Juliana participa das transmissões da MotoGP na ESPN Brasil desde 2022.