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Pol Espargaró dá medida de esforço físico do GP da Índia: “Nunca tinha atingido 198 bpm”
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Pol Espargaró dá medida de esforço físico do GP da Índia: “Nunca tinha atingido 198 bpm”

Pol Espargaró considerou que o GP da Índia é uma prova “muito extrema”. O catalão da GasGas Tech3 revelou ter alcançado os 198 bpm em Buddh

Juliana Tesser

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Pol Espargaró classificou o GP da Índia de domingo (24) como “muito extremo”. O piloto da GasGas Tech3 contou ter atingido a marca de 198 bpm [batimentos cardíacos por minuto] durante a disputa em Buddh.

De acordo com a SOBRAC (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas), a frequência cardíaca varia normalmente entre 60 e 100 bpm. Durante exercícios físicos de alta intensidade, os batimentos podem chegar até mesmo a 180 bpm.

Pol Espargaró afirmou que a corrida na Índia é extrema (Foto: Rob Gray/ Polarity Photo)

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O caçula dos Espargaró, porém, ainda vive um processo de recuperação. Depois de sofrer um forte acidente no primeiro dia da temporada, no GP de Portugal, o catalão passou meses afastado por causa de múltiplas lesões e voltou à ativa apenas no início de agosto, no GP da Grã-Bretanha.

Apesar do tempo que já passou na ativa, Pol destacou que ficou extremamente cansado e precisou reduzir o ritmo para receber a bandeirada em 13º em Buddh.

“Perdi muito tempo por me sentir tão debilitado fisicamente, cerca de 0s5 por volta”, disse Pol. “Se não tivesse desacelerado, não teria terminado a corrida. Mas imagino que isso seja parte do processo de recuperação”, seguiu.

“Nunca antes tinha atingido 198 bpm [batimentos por minuto]. Fiquei muito surpreso, porque não chego a esses níveis nem em casa, treinando na bicicleta. Essa corrida é muito extrema”, comentou.

O cansaço dos pilotos ficou evidente ao fim da disputa, especialmente com o mal-estar de Jorge Martín, que ficou desidratado e teve de ser atendido pela equipe médica da MotoGP no parque fechado. Ainda assim, a prova de Buddh foi menor do que o inicialmente previsto, já que a prova teria 24 voltas e não 21.

“Pedimos para reduzir a distancia da corrida na reunião da Comissão de Segurança, pois, além das altas temperaturas, se tivéssemos completado a distância inicialmente programada, teríamos levado 42min30s para terminar a prova. Em Montmleló, por exemplo, fazemos em 38min30s”, comparou.

MotoGP retoma as atividades no fim de semana do dia 1º de outubro, com o GP do Japão, a ser disputado em Motegi. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade.

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